A mistura entre o estilo Sertanejo que nunca se forma e o Arrocha da Bahia é o novo modismo no Brasil.
Como aconteceu com o Rock nos anos 80, o sertanejo e o pagode nos anos 90 e o Funk no começo da última década, agora o que domina as rádios de norte a sul do país são os ritmos como: Tchu Tcha Tcha, Fiorino, Tam Tam entre outros.
Com letras simples, refrões monossílabicos e clipes recheados de mulheres semi-nuas, várias duplas sertanejas bombam no youtube e tem seus 15 minutos de fama. Mas como é de se esperar, esse sucesso instantâneo não dura muito, pois sem um repertório decente, sem uma estrutura profissional e na maioria das vezes sem talento, essas duplas caiem no esquecimento na mesma rapidez com que chegam nos programas de auditório.
Sem nenhum preconceito e analisando somente o conteúdo musical, fica fácil entender o sucesso e o declínio desses meteóros que aparecem no espaço sideral da música brasileira.
Com músicas, figurinos e estilos praticamente iguais, fica difícil diferencia-los…Mas o pior são os vídeos clips, que usam o mesmo cenário e até as mesmas mulheres(com as mesmas roupas)…Talvez isso seja uma novidade que eles trouxeram, ou talvez seja um “Mutirão do vídeo clip”, mas pra mim isso mais parece é algum tipo de abdução…
Mas como todos tem o direito de se expressar, a única que coisa que posso fazer além de desligar o meu rádio, é pedir…Por favor, alguém dá o diploma pra esse Sertanejo Universitário…
Para conferir os clipes com o mesmo cenário e as mesma dançarinas é só buscar por: Cleber e Cauan – “Mel nesse trem” e Maurício e Eduardo – “Eu vou pegar você”.














